No Paraná, se destaca a qualidade da primeira safra
Desde a forte elevação do dólar acima de R$ 6,00 as importações de milho de Santa Catarina diminuíram significativamente
Desde a forte elevação do dólar acima de R$ 6,00 as importações de milho de Santa Catarina diminuíram significativamente – Foto: USDA
Os vendedores estão ausentes no mercado de milho do estado do Rio Grande do SUl, segundo informações da TF Agroeconômica. “Vendedores, neste momento, bastante ausentes, quando presentes pedem R$ 70,00 / R$ 72,00 para retirada no interior do estado janeiro cheio. Exportação apenas no dia de hoje houve indicação, a R$ 80,00 Sobre rodas entrega fevereiro e pagamento meados de março. Preços de pedra em Panambi, mantiveram-se em R$ 65,00 a saca”, comenta.
Desde a forte elevação do dólar acima de R$ 6,00 as importações de milho de Santa Catarina diminuíram significativamente. “Menos mal que a safra de verão do RS começa a ser colhida e abastece o estado catarinense com algum volume, mas o milho paraguaio e argentino é importante para complementar as necessidades locais. Já as ofertas no porto de São Francisco do Sul estão em 71,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 até 72,00 com entrega em outubro e pagamento em 28/11”, comenta.
No Paraná, se destaca a qualidade da primeira safra. “As ofertas para o milho spot giram ao redor de R$ 67,00/saca no interior. Para a safrinha no porto de Paranaguá os compradores oferecem R$ 71,50 com entrega em agosto e pagamento em 30/09 até 72,00 com entrega em setembro e pagamento em 30/10”, indica.
O Mercado Spot do Mato Grosso do Sul está retomando os negócios com modificação nos preços. “As cotações no mercado físico pouco oscilaram no MS. Campo Grande está em R$ 62,00, Chapadão R$56,00, Dourados apresentou caíram para R$62,33, assim como Maracaju. Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia os preços mantiveram em R$62,50”, informa.
Leonardo Gottems
Agrolink – 16/01/2025